quinta-feira, 30 de agosto de 2012


TRABALHO DE ARTRÓPODES:
 
Características dos artrópodes:

      Os artrópodes são um filo do reino Metazoa, que reúne cerce de 1,6 milhões de espécies já identificadas, o que é maior que o total de espécies de todos os outros animais.

        Os artrópodes possuem uma cutícula em volta do corpo, composta por quitina (um carboidrato nitrogenado), chamada exoesqueleto, que além de proteger o animal, faz a sustentação de seu próprio corpo e seu revestimento.

        Uma característica dos artrópodes é que quando eles crescem, trocam o exoesqueleto, deixando o que foi usado para trás, esse exoesqueleto antigo é chamado de muda.

        Os artrópodes ainda possuem apêndices articulados, o que lhes permitem nadar, correr, saltar ou voar, lembrando que essas atividades não são realizadas simultaneamente por todos os artrópodes.

        Uma característica importante nos artrópodes, já que essa é a apomorfia desse filo, é a tagmatização ou artropodização, o que acontece quando ocorre a fusão dos primeiros cinco segmentos dos anelídeos que se transformam na cabeça do artrópode, enquanto o sexto, o sétimo e o oitavo segmento se fundiram transformando-se no tórax, enquanto o abdome foi formado pela união de todos os segmentos restantes. No caso de alguns artrópodes ocorre a união da cabeça com o tórax, que viram o cefalotórax, que está presente em aranhas, lagostas ou camarões por exemplo.

        A respiração dos artrópodes pode ocorrer de duas maneiras, por brânquias no caso dos aquáticos e nos espiráculos ou respiração traqueal, que é o caso dos terrestres.

        O desenvolvimento desse filo pode ser ametábolo, que é o caso do desenvolvimento sem metamorfose, em que o ovo origina um animal praticamente igual ao adulto, mas pequeno, que depois se transforma num adulto, o que é o exemplo das larvas-de-livros, mas também existem outros dois tipos de desenvolvimento, que são com metamorfose, que é o caso dos hemimetábolos, em que a metamorfose é incompleta, onde um ovo origina uma forma jovem (chamada ninfa) e depois um adulto, que nesse caso possuem como exemplo os gafanhotos, enquanto o outro caso é o dos holometábolos, em que a metamorfose é completa, onde o ovo origina uma larva, depois se transforma em pupa e após em imago, ou seja, adulto, o que é o caso das borboletas e das cigarras.

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